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Aline mostra uma de suas aranhas
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Quem passa pela ponte sobre o Rio Itaúnas durante a
temporada pode
conhecer um pouco do trabalho de educação ambiental desenvolvido pelo
Parque Estadual de Itaúnas. Através da ação do grupo de estagiários,
o turista compreende melhor a fragilidade dos ecossistemas
locais.
A operação leva aos visitantes informações sobre os recursos naturais
preservados pelo Parque, o procedimento correto com o lixo e ainda alerta
sobre a presença de sítios históricos nas Dunas e a desova de
tartarugas marinhas.
Empenhados neste trabalho e sob a orientação de Selma Loures da Paixão
Ataídes, técnica da Secretaria de Meio Ambiente, estão: Aline Gomes
Suguimoto, estudante de Biologia da Universidade Santo Amaro (SP); Daniel
Belvino Póvoa, graduando de públicidade (MG); Carolina Freitas Dutra,
estudante de Turismo da Puc-Minas e Bruno Felipe, que cursa
Administração em Macapá. Das Ciências Biológicas ainda vieram Daiany
Latini Breguês, da PUC-Betim; Paula Teixeira Andrade, da Unilinhares,
Canthia Guimarães Fani, da Esesfa Santa Tereza e Luciana Braga,
Puc-Betim.
Desta turma boa, a estudante Aline chegou com o objetivo de pesquisar a
fauna de aracnídeos, realizando coletas na mata e na Vila de Itaúnas,
para instruir os moradores sobre a presença de espécies peçonhentas.
Daniel Belvino Póvoa propôs usar a teoria da Comunicação para melhorar
a relação entre o Parque e os moradores da Vila de Itaúnas, através da
realização de pesquisas e diálogos. |